Greenpeace ▪ Voluntários do Rio de Janeiro

Grupo de Voluntários do Rio de Janeiro


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Um sábado no Quilombo Solar

Quilombo Solar – 03/05/2014

Escrito por Francy Batista – Voluntária do Greenpeace Rio

Como sabem, o grupo de voluntários do Rio está participando do Projeto Quilombo Solar, e no último sábado eu finalmente consegui participar. Estivemos junto aos escoteiros e jovens da comunidade participando da atividade que teve início às 9h e terminou às 11:30h.

Iniciamos com uma dinâmica quebra gelo, e logo em seguida tivemos uma palestra sobre os diversos usos da energia do Sol, passando pela energia solar fotovoltaica e energia solar térmica para geração de eletricidade, finalizando com a Cozinha Solar. Após, iniciamos a oficina de fogão solar de papelão.
Nos separamos em grupo e cada equipe iniciou a transformação de seu simples papelão em fogão solar.

Após todos terem feito seus respectivos fogões, eu, Caio, os jovens e alguns escoteiros, fomos montar o fogão solar master da Vânia, que tem formato de parabólica e cozinha de forma mais profissional.Ele é ótimo para unir laços e fortificar espírito de equipe! 

Depois de montado, Vânia, a coordenadora do projeto, mais uma vez nos deu explicações e tirou dúvidas, dentre elas a diferença entre um fogão solar de papelão e o monstrinho!
E ao fim das explicações nossa atividade se encerrou – sem feijoada e sem samba.

Mas, ficou a fome de quero mais e o ritmo de vamos continuar!

 

Nós e o fogão Solar “monstrinho”Imagem

 

Atividade com os jovens do quilombo e os escoteiros            ImagemImagem

 


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Campanha Nacional ÁGUA NEGRA

Aos Movimentos Sociais, Pescadores Artesanais e Comunidades impactadas pela indústria petrolífera e população em geral:

PARTICIPEM DO ATO PÚBLICO EM DEFESA DA ÁGUA, EM DEFESA DA VIDA.

DIA 02/10/2012 (TERÇA FEIRA) – CENTRO DO RIO – AV. CHILE, EM FRENTE AO PRÉDIO DA PETROBRAS, DAS 12h 30m ÀS 14h 30m.

Água NegraVocê sabia que:

A PETROBRAS tem uma dívida histórica com a Baía de Guanabara, com os oceanos e com a sociedade?

I. A REDUC (Refinaria Duque de Caxias) é a maior poluidora individual da Baía de Guanabara. Em 18 de janeiro de 2000 ocorreu o maior acidente ecológico da história do país, com o vazamento do duto que liga a Refinaria ao terminal da Ilha D´Água. Com isso, foram despejados 1,3 milhões de m3 de óleo e graxa nas águas da Baía. Até hoje a Petrobras não indenizou os milhares de pescadores artesanais impactados, que perderam sua fonte de renda e empobreceram, além de, ainda hoje, haver presença de grande volume de óleo nos manguezais.

A REDUC, construída nos anos 50, tem milhares de equipamentos obsoletos que representam elevado Risco Ambiental. Atualmente, a Refinaria lança seus efluentes na Baía sem tratamento.

II. Além dos reiterados vazamentos de óleo provocados pela Empresa, esta ainda vem lançando nos oceanos milhares de metros cúbicos de água de produção, exterminando a vida marinha e colocando em risco as pessoas e os animais. Sabe-se que, em 2010, foi lançado sem tratamento, pela REDUC, 637.526 metros cúbicos de água de produção, o equivalente a 637,526 milhões de litros de água!

Mas o que é água de produção?

Toda extração de petróleo e gás gera um resíduo chamado de água de produção, também conhecido como ÁGUA NEGRA. Nesse processo, são adicionados à água de produção diversos produtos químicos, tais como BIOCIDAS, ANTI-CORROSIVOS, ANTIESPUMANTES, INIBIDORES DE PARAFINA, ETANOL, SEQUESTRANTES DE OXIGÊNIO, METAIS PESADOS, ELEMENTOS RADIOATIVOS, dentre outros.

Essa água não possui qualquer serventia e vem sendo descartada, há décadas, nos oceanos, sem tratamento adequado e sem qualquer fiscalização.

A regulamentação legal atual é precária, permitindo que a PETROBRAS e outras empresas petrolíferas exerçam uma autofiscalização, pagando por laboratórios privados por ela contratados, que realizam a análise de seu material. Você acredita que um laboratório contratado agiria com imparcialidade frente aos interesses de seu contratante?

Sabe-se que não há fiscalização por parte do IBAMA, INEA e da ANP.

III. Parece brincadeira, mas das 110 plataformas da PETROBRAS existentes no território nacional, apenas 21 delas, isto mesmo, 21, possuem estação de tratamento de seus efluentes.

UM DADO ALARMANTE: Em 2003, a PETROBRAS informou ter jogado na Bacia de Campos, apenas naquele ano, 2 milhões de metros cúbicos de água de produção. Se tirarmos o óleo e a graxa desses 2 milhões, estima-se que a PETROBRAS tenha lançado 30 toneladas de óleos e graxas, in natura, no meio ambiente.

IV. O processo de licenciamento ambiental do COMPERJ (Refinaria da PETROBRAS em construção, em Itaboraí) é imoral e tem provocado uma série de conflitos com as populações tradicionais, o que levou à morte 4 pescadores artesanais de Magé. Planeja-se que os efluentes industriais, altamente perigosos, venham a ser despejados no litoral de Itaipuaçu, impactando suas ilhas, praias de Maricá, a vida marinha, como também a área marinha do Parque Estadual da Serra da Tiririca, as praias de Itaipu, Itacoatiara, Camboinhas, Sossego e Piratininga e ilhas oceânicas de Niterói. Tais efluentes são compostos de: óleos, graxas, fenóis, cianetos e outros venenos.

Infelizmente, até agora, temos assistido passivamente à transformação da BAÍA DE GUANABARA EM LATRINA de dejetos químicos perigosos e de poluentes industriais.

Por fim, uma pergunta: o Brasil estaria preparado para os riscos de acidentes ambientais na exploração do Pré-Sal?

Info: aguanegranao@gmail.com

Assinam:

Sociedade Vegetariana Brasileira – Grupo Rio / Grupo Katumbaia / Harmonização dos Animais na Terra – HAT / Divers For Sharks / Centro de Estudos do Mar Onda Azul / Organização 350 / Aliambra / Fórum dos Afetados pela Indústria do Petróleo e Petroquímica/ Rede Ambiente TV/ Associação Rio Antigo de Ecologia e Cultura / Rede Alerta contra o Deserto Verde Fluminense.


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Dia Mundial Sem Carro

Neste sábado, 22 de setembro, o Grupo de Voluntários do Rio de Janeiro participará do Dia Mundial Sem Carro que propõe reflexão sobre o uso excessivo dos automóveis individuais.
Dia Mundial Sem CarroO movimento que começou em algumas cidades europeias vem ganhando cada vez mais adeptos e tem como objetivo fazer com que as pessoas pensem sobre os problemas causados pelo uso intenso dos carros, principalmente, nos grandes centros urbanos. É também um convite ao uso de meios de transporte coletivos, de bicicletas, entre outros.

Os automóveis individuais são cada vez mais criticados. Eles poluem e emitem CO2, um dos principais gases do efeito estufa, e não contribuem para a mobilidade da maior parte dos brasileiros. Ao contrário, engrossam e agravam os congestionamentos. As cidades são planejadas para servir aos motoristas e não privilegiam o transporte público.

(Quem calcula os custos do automóvel nas cidades? – artigo de Washington Novaes – EcoDebate | Seria interessante que nossos planejadores/gestores lessem, por exemplo, documentos como A bicicleta e as cidades, do Instituto de Energia e Meio Ambiente (2010), que aponta problemas cruciais. “Prevalece”, diz esse texto, “a visão de que a cidade pode expandir-se continuamente e desconsideram-se os custos de implantação de infraestrutura necessária para dar suporte ao atual padrão de mobilidade, centrado no automóvel, cujos efeitos negativos são distribuídos por toda a sociedade, inclusive entre aqueles que não possuem carros”. Leia mais…)

Se você discorda dessa situação, participe do Dia Mundial Sem Carro. Deixe seu automóvel em casa e venha tornar o espaço reservado aos veículos em um lugar de convivência, reflexão e ativismo.

Local: Praça Nossa Senhora da Paz, Ipanema (Mapa)
Data: 22/09
Horário: 9h às 12h
*programação sujeita à alterações em caso de chuva.

Confirme a presença no evento pelo facebook, identifique-se com um dos voluntários presentes no evento e ganhe um adesivo especial.


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Shell fora do Ártico em 2012

Graças a ajuda de vocês, nós conseguimos.

Durante mais de seis meses, muitos pressionaram a Shell para que a empresa ficasse fora do Ártico e, esta manhã, ela anunciou que vai abandonar o projeto de explorar petróleo no Pólo Norte este ano. Esta é uma imensa vitória da sociedade civil.

Tudo começou na Nova Zelândia, há seis meses, quando a atriz Lucy Lawless e mais cinco ativistas escalaram e ocuparam o navio petroleiro da Shell, Noble Discoverer, quando este rumava ao Ártico para iniciar as perfurações em busca de petróleo. Como Lucy disse, “seis ativistas escalaram o navio, mas foram 133 mil que desceram conosco”. Mas este foi apenas o começo.

Enquanto milhares de vocês espalhavam a mensagem do quão absurda e insana é a exploração de petróleo no Ártico, mais e mais pessoas se envolviam em nossa campanha pela criação de um santuário que protega o frágil escossistema do Ártico.

E, hoje, nós alcançamos uma grande vitória. Como uma das maiores empresas do ramo do petróleo, a expectativa era de que a Shell liderasse a corrida pelo petróleo fazendo com que outras empresas seguissem seus passos. Agora, estas empresas estão questionando a lógica de se perfurar no Ártico. Há apenas alguns dias, a companhia norueguesa Statoil disse que esperaria para ver como seria o trabalho da Shell no Ártico e, felizmente, está claro que trata-se de uma aventura cara e arriscada.

Ben Aylifee, da campanha do Ártico do Greenpeace Internacional, comentou o assunto dizendo que “a Shell investiu sete anos de esforços e US$5 bilhões em seu programa de exploração de petróleo no Ártico, mas agora nós podemos ver o quão insegura essa aposta foi por parte deles. A empresa não tem nada para apresentar, exceto uma série de erros e falhas que destruíram sua reputação”.
Com 2 milhões de atentos observadores monitorando seus passos, a Shell sabe que qualquer erro da empresa seria notado. E, hoje, eles admitiram mais um. Um domo especial que tinha sido projetado para realizar a limpeza do petróleo em caso de vazamento foi danificado. Isso significa o fim do projeto para esse ano.Ártico livre da ShellObrigado aos milhares de voluntários que estiveram nas ruas, em postos de gasolina, em universidades e em outros lugares para mostrar do que o movimento da sociedade civil é capaz. Este é um grande passo em nossa campanha, mas nós ainda precisamos garantir a proteção do Ártico de uma vez por todas. Se você é um dos dois milhões de pessoas que já se juntou à campanha para salvar o Ártico, hoje é um dia para comemorar a vitória sobre uma das mais poderosas empresas do planeta.

Se você ainda não se juntou a nós, assine aqui e compartilhe para tornarmos o movimento ainda mais forte.

Postado por Marina Yamaoka


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Dia de Mobilização – Césio-137, 25 anos de descaso

Hoje, dia 13 de setembro, estamos promovendo um Dia de Mobilização em memória dos 25 anos do maior acidente radiológico fora de uma usina nuclear, ocorrido nas ruas de Goiânia. Siga através da página Facebook do Greenpeace as atividades que serão realizadas em todo o Brasil pelos voluntários: www.facebook.com/GreenpeaceBrasil

Cesio

Nas atividades serão coletadas assinaturas para o Projeto de Iniciativa Popular da Coalizão por um Brasil Livre de Usinas Nucleares. Para ajudar colher assinaturas, faça o download da petição – Brasil Livre de Usinas Nucleares – e mande as folhas assinadas para o endereço indicado no formulário.

Precisamos de um milhão e meio de assinaturas para levá-la ao Congresso. Participe!