Greenpeace ▪ Voluntários do Rio de Janeiro

Grupo de Voluntários do Rio de Janeiro


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Dia Mundial das Florestas

No dia 21 de março devemos celebrar o fato de elas nos darem sombra, por elas armazenarem milhões e milhões de dióxido de carbono e impedirem que sejam liberados na atmosfera, graças a elas as chuvas se formam e fertilizam os campos. Uma vastidão de animais, das mais diversas espécies, e milhões de pessoas dependem delas para alimentarem-se e abrigarem-se.Dia Mundial das FlorestasEsta personagem tão estratégica no tabuleiro da preservação ambiental é a árvore e, devido à sua importância, a Organização das Nações Unidades criou o Dia Internacional das Florestas. A ideia é criar consciência sobre a necessidade de conservar milhões e milhões de quilômetros quadrados de florestas pelo mundo em benefício desta e das futuras gerações.

O Brasil abriga a maior floresta tropical da Terra e deve enviar o seguinte recado: é possível aumentar a produção agrícola sem avançar sobre a Amazônia. Com a proposta de lei de iniciativa popular pelo desmatamento zero se discute a correlação de força existente na sociedade que é capaz de promover a mudança da velha ordem. Usar motosserras faz parte da velha ordem, algo ultrapassado. O moderno é desenvolver uma economia sustentável que se harmonize com as matas.

Se você considera que é preciso termos uma lei que proteja esta riqueza, assine a petição pelo desmatamento zero. Até agora mais de 900 mil eleitores a assinaram na internet e pelas ruas de todo o Brasil. Baixe a formulário de coleta de assinaturas e participe.

Vamos usar nas redes sociais a hashtag #DiadasFlorestas nesta mobilização online. Também haverá voluntários nas ruas coletando assinaturas. Esta é a melhor maneira de dizermos para o Congresso em Brasília que a floresta e seus povos precisam ser respeitados.

Junte-se a esse movimento e assine a petição pelo Desmatamento Zero

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Título de eleitor tem a ver com floresta?

Eleições chegando, todo mundo sacode a poeira de seu título de eleitor.
Mas você sabia que com aquele pedacinho de papel você pode mais do que votar?
Pode tirar o passaporte, se inscrever em concursos públicos e… dar uma força para as florestas. Pois é!

Como você já deve ter visto por aqui, mais de 540 mil brasileiros já assinaram pelo projeto de lei de iniciativa popular do Desmatamento Zero. Seguindo os moldes do Ficha Limpa, a ideia é chegarmos a 1,4 milhão de assinaturas, o que equivale a 1% do eleitorado brasileiro. Esse é um dos mecanismos de democracia direta estabelecidos na Constituição. A sociedade civil pode propor ao Congresso um projeto de lei, desde que tenha o apoio desse número de eleitores.

E é aí que entra o seu título de eleitor. Pela regra, o documento deve vir junto com cada assinatura. Se você está com o título em mãos e já quiser adiantar esse processo, sua ajuda é muito bem vinda!

Clique aqui e registre seu título. As florestas agradecem!
Lei do Desmatamento
Postado por Bernardo Câmara.


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Desmatamento Zero e a Natura

O Grupo de Voluntários do Rio de Janeiro esteve presente no dia 22/09 no Morro do Turano, numa colaboração entre a Natura e o Greenpeace Brasil, com o Projeto Natura na Comunidade. A Natura está apoiando a campanha Desmatamento Zero, do Greenpeace Brasil. O Grupo já esteve em outras duas comunidades: Morro da Providência e Morro do Salgueiro.Morro da ProvidênciaPor Amanda Estefan, voluntária.

Cheguei na comunidade do Turano por volta de 13h 30m. Particularmente essas atividades nas comunidades têm me acrescentado bastante, não só por conhecer locais diferentes mas também por ter a oportunidade de conhecer uma realidade tão diferente da minha. Uma realidade próxima em termos de local, mas completamente distinta em termos culturais.

A maioria das pessoas que estavam participando da atividade eram crianças, e tivemos diversas apresentações realizadas pelos moradores da comunidade, como dança de salão, balé e Taekwondo. Consegui recolher assinaturas para a campanha do Desmatamento Zero de praticamente todos os adultos presentes no local, porém pude perceber que muitos deles assinavam sem compreender realmente a importância daquela assinatura. É difícil despertar o interesse e a conscientização ambiental de pessoas que passam por necessidades básicas diárias, e não possuem uma base educacional boa. Mostra o quanto é importante atrelar o trabalho ambiental ao trabalho social.

Ao final do dia, desenhei com as crianças e aproveitei essa oportunidade para plantar uma sementinha de conscientização em relação a importância das florestas para o nosso futuro. Não consegui encontrar o diretor da escola para poder falar um pouco sobre o projeto escola realizado pelo Greenpeace, mas deixei meu telefone e e-mail com uma senhora que trabalha na escola e que se disponibilizou para entrar em contato com o diretor.

No encerramento da atividade, a Natura sorteou alguns bonés e pulseirinhas do desmatamento zero. No total foram 23 assinaturas.


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Por que Ela vale tanto em pé?

As florestas fornecem tantos benefícios para nós, diretos e indiretos, que os especialistas costumam dividi-los em quatro tipos, chamados serviços ambientais ou ecossistêmicos:

▪ Reguladores:
as florestas realizam processos vitais que raramente recebem valor monetário, como a proteção dos rios, a regulação do clima e das chuvas e o armazenamento de carbono da atmosfera.

▪ De provisão:
Fornecem bens diretos – frutos, óleos, madeira, fibras – que resultam em alimento e matéria-prima para produtos e indústrias, como a farmacêutica, de construção e de cosméticos.

▪ De suporte:
fornecem benefícios indiretos para as pessoas, como a formação dos solos e o crescimento das plantas, mas fundamentais para os outros serviços, por promover o equilíbrio dos ecossistemas.

▪ Culturais:
representados no turismo, nos esportes e no lazer, bens imateriais – recreativos, estéticos e até espirituais – são fornecidos pela floresta, em função de nossa ligação com ela.

Saiba um pouco mais sobre a importância da Floresta em Pé com os ‘Rios voadores’ da Amazônia que transportam água para Brasil e América do Sul – artigo, EcoDebate.

“Pouca gente sabe que na Amazônia uma única árvore pode colocar na atmosfera mais de 1.000 litros d’água em um dia, e que a selva amazônica consegue colocar mais água na atmosfera em um dia do que a transportada pelo rio mais caudaloso do mundo, o Amazonas”, explica. Leia mais…


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Aprovada Medida Provisória do Código ruralista

No plenário da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira (18), novamente presenciou-se um governo fraco e omisso, que lavou as mãos e não deu chance à proteção florestal. Na figura do líder Arlindo Chinaglia (PT-SP), o Planalto cedeu mais uma vez à pressão ruralista e foi co-autor da manobra que conseguiu aprovar a Medida Provisória da maneira que veio da Comissão Especial, plenamente modificada – e fortemente piorada – pelos parlamentares.

Apesar de ter dito, no episódio do “bilhetinho” endereçado às ministras Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente), que não estava a par do acordo feito entre deputados e senadores, a presidente Dilma Rousseff não mediu esforços para votar o quanto antes a matéria, com a desculpa de que perdendo a validade (8 de outubro) ela causaria uma grande insegurança jurídica. Na prática, entregou de bandeja mais uma vitória para a bancada do agronegócio.
ÁrvoreDepois de mais de quatro horas de sessão, com obstrução do deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), representante da ala dita mais “radical” dos ruralistas, e resistência do PV e PSOL, a maioria dos deputados aprovou a proposta, em votação simbólica. Havia dúvidas sobre o quórum, mas o governo fez questão de chamar sua base aliada e garantir a presença de mais de 340 deputados, em pleno período eleitoral.

O principal ponto de mudança foi a ampliação da chamada “escadinha” para recomposição de Áreas de Preservação Permanente (APPs). Em rios de até 10 metros de largura, a recuperação foi reduzida de 20 para 15 metros. O benefício, antes concedido apenas aos pequenos proprietários (até 10 módulos), agora é estendido também para médios e grandes fazendeiros (até 15 módulos).
O deputado Sarney Filho (PV-MA) chegou a apresentar um destaque que retomava o texto original da MP editada por Dilma, mas ele foi solenemente rejeitado, sem qualquer esforço contrário do governo. “Entendemos que essa é a pior proposta já produzida por essa Casa. A presidente já disse que não aceita esse texto e, para cumprir com suas promessas de campanha, ela será obrigada a vetar. Vamos entrar com a campanha ‘Veta Dilma2 – a missão’”, disse ele.

De acordo com o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), “a MP consagrou uma série de grandes retrocessos na proteção das matas, mas, dadas as circusntâncias, fomos levados a defender o texto original para tentar conter algo muito pior, fruto de um acordo obscuro da bancada ruralista e seus aliados”.

Já Ivan Valente (PSOL-SP) foi mais enfático: “Essa aprovação é uma desgraça para a biodiversidade brasileira, Dilma deveria ter vetado integralmente todo o projeto, evitando essa anistia aos desmatadores, que agora não querem recuperar as áreas desflorestadas. Essa emenda é a própria farra do boi”.

Aos brasileiros que não concordam com a posição do Congresso Nacional e do governo, resta unir forças e pedir a lei do Desmatamento Zero.

Assine a petição do Desmatamento Zero, compartilhe e ajude-nos a alcançar 1,4 milhão de assinaturas para que o texto possa ser votado em Brasília.Lei do Desmatamento

Postado por Nathália Clark