Greenpeace ▪ Voluntários do Rio de Janeiro

Grupo de Voluntários do Rio de Janeiro


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Semana intensa!

A última semana foi de intensas atividades para o nosso grupo!

Logo na segunda-feira, dia 25, estivemos em frente à sede do BNDES para exigir a suspensão do financiamento para a construção da usina nuclear de Angra 3 e chamar a atenção para os perigos de um acidente nuclear.

No dia seguinte, aniversário do acidente nuclear de Chernobyl, voluntários estiveram presentes no evento “De Chernobyl a Fukushima: a energia nuclear não tem futuro”, realizado na UFRJ, onde políticos, ambientalistas e especialistas em energia nuclear debateram os rumos da política energética brasileira.

Na quarta-feira foi o dia de recepcionarmos os participantes do almoço-palestra com Othon Luiz Pinheiro da Silva, presidente da Eletronuclear, cujo objetivo era ressaltar os supostos benefícios do programa nuclear brasileiro. Na porta do encontro, ativistas serviam peixes e batatas, simbolizando a contaminação das águas de Fukushima e do solo de Chernobyl.

O Código Florestal não ficou de fora das nossas atividades. No dia 28 participamos de uma manifestação contra as mudanças do Código propostas pelo relator Aldo Rebelo (PcdoB-SP). O evento ocorreu na escadaria da ALERJ e contou com a participação de diversos setores da sociedade.

Para terminar a semana, no domingo participamos de duas atividades: o Ponto Verde em comemoração ao Dia da Terra, onde tivemos a oportunidade de trocar ideia com o público presente na Abertura da Temporada de Montanha e coletar assinaturas na petição anti-nuclear, e um ato em Angra dos Reis contra o programa nuclear brasileiro, pelo fim da usina de Angra 3 e pelo investimento em energias renováveis.


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Nuclear, não! BNDES financia a insegurança

Foi realizado na última segunda-feira, dia 25, um protesto em frente à sede do BNDES, no centro da cidade, no qual foi simulado um acidente nuclear. A intenção era não só chamar a atenção para os perigos de um acidente nuclear, mas também cobrar a suspensão do financiamento para a construção da usina de Angra 3.

Desde o acidente de Fukushima, governos de vários países já se mostraram contrários ao investimento em geração nuclear. Uma pesquisa realizada pelo Ibope revelou que 54% da população brasileira se opõe às usinas nucleares. Ainda assim, o BNDES pretende investir o dinheiro público em uma fonte de energia insegura, perigosa, cara e desnecessária apesar do nosso potencial de geração de energia renovável, limpa e segura a um custo muito menor.

A data não foi escolhida à toa: ontem, dia 26, completaram-se 25 anos do acidente nuclear de Chernobyl. O desastre, considerado o maior da história, continua a ter consequências e fazer vítimas (principalmente crianças) até hoje. Nas proximidades da cidade ucraniana – na época, pertencente à antiga União Soviética –, o leite, algumas frutas silvestres e cogumelos ainda apresentam níveis de contaminação por césio-137 muito acima do recomendado para a saúde humana.

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