Greenpeace ▪ Voluntários do Rio de Janeiro

Grupo de Voluntários do Rio de Janeiro

Greenpeace, há 40 anos salvando o planeta.

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Em ‎15 de Setembro de 1971 um grupo de 12 ecologistas e jornalistas alugou uma traineira (a PHYLLIS CORMACK) e saiu de Vancouver para impedir testes nucleares dos EUA numa ilha do Alaska (uma das estruturas geológicas mais instáveis do planeta que sofre com frequentes terremotos e maremotos)No mastro do barco tremulavam as bandeiras da ONU – para marcar o internacionalismo da tripulação – e outra que unia as palavras “green” e “peace”, que deram origem ao nome. Em 20 de outubro o barco afundou, o grupo foi preso e não impediu os testesAo voltar para Vancouver, os tripulantes estavam nas manchetes dos jornais, os testes foram adiados em um mês e foram os últimos realizados em Amchitka. A viagem estabeleceu um forte elo entre os ativistas e as pessoas dispostas a apoiar suas iniciativas em favor da natureza. 

À princípio, Dorothy e Irving Stowe, Maria e Jim Bohlen, Bob Hunter, Bem e Dorothy Metcalfe fundaram o “Comitê Não Faça Onda” para protestar contra a realização do segundo teste nuclear que seria realizado na ilha de Amchitka. Logo o nome do Comitê seria mudado, por acaso, para “Greenpeace”, quando tiveram que juntar as duas palavras para conseguir incluí-las em um bottom.
Foi de Marie Bohlen a idéia de realizar um protesto no local dos testes, dando início a uma maneira de agir que caracteriza as ações do Greenpeace até os dias de hoje: a ação direta.


Hoje a organização não-governamental com sede em Amsterdã, Holanda, está presente em 42 países, incluindo o Brasil


Nossas ações têm o apoio de 11,6 milhões de ciberativistas, três navios e quase 3 milhões de doadores espalhados pelo mundo.


“Um dia a terra vai adoecer. Os pássaros cairão do céu, os mares vão escurecer e os peixes aparecerão mortos nas correntezas dos rios. Quando esse dia chegar, os índios perderão o seu espírito. Mas vão recuperá-lo para ensinar ao homem branco a reverência pela sagrada terra. Aí, então, todas as raças vão se unir sob o símbolo do arco-íris para terminar com a destruição. Será o tempo dos Guerreiros do Arco-Íris”


Este é o trecho de um livro que um dos tripulantes lia para aguentar a longa viagem de barco. Foi daí que surgiu o nome “Rainbow Warrior”, nome do mais importante navio do Greenpeace.




                                                                                    Rainbow Warrior III
Os guerreiros do Arco-Íris

Quatro décadas de história



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