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COP-16

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A 16ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP16, acontece de 29 de novembro a 10 de dezembro em Cancun, no México. Esta é uma nova chance para evitarmos uma piora nas mudanças climáticas escolhendo energias limpas e renováveis ao invés de insistir na queima de combustíveis fósseis, que emitem grandes quantidades de gás carbônico na atmosfera.

Na manhã da última segunda-feira, a uma semana da Conferência do Clima da ONU, quatro ativistas do Greenpeace escalaram 39 metros da plataforma de petróleo Centenário, no Golfo do México, com as faixas “Indo além do petróleo”, “Petróleo = Mudanças climáticas” e “Escolha energia limpa”. O protesto pedia o fim da perfuração em águas profundas à procura de petróleo e o investimento em energias renováveis, como solar e eólica.

A COP16 começa com muito menos expectativas do que havia na COP15 no que se refere à obtenção de um acordo mundial para controlar o aquecimento global: não se espera o fechamento de um grande acordo com metas significativas de redução de emissão de CO2 para o segundo período de compromisso do Protocolo de Kyoto, que vence em 2012. Além disso, a conferência carrega a responsabilidade de criar um fundo para aporte de recursos em mitigação (ações que reduzem as emissões de gases-estufa), prevenção dos efeitos das mudanças climáticas em países em desenvolvimento e adaptação para aqueles já afetados pelos efeitos do aquecimento global, como pequenas ilhas do Pacífico, e transferência de tecnologias limpas das nações ricas para as pobres.

O Greenpeace defende que os países participantes da COP16 assumam metas ambiciosas de redução de emissões, reconhecendo que um aquecimento em 2ºC é perigoso para a vida na Terra e que, para isto, o pico de emissões globais deve ser alcançado até 2015, começando a decair logo em seguida. Pede ainda pelo estabelecimento de um novo fundo para o clima, capaz de financiar pesquisa em inovação e medidas de adaptação e, por fim, demanda mecanismos de proteção de nossas florestas nativas.

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